Participei no sábado passado na
Maratona nocturna englobada no evento das 24h de Mem Martins.
Só para enquadrar … as nossas 24hde P que e realizam no primeiro fim de semana de Setembro entraram este ano no
chamado Circuito Corridas de 24h, juntamente com o Grifo24h (14 e 15 de
Novembro) e as clássicas 24h de Mem Martins que se realizaram este fim de
semana.
Eu fui convidado pelo António
Vilela da organização a representar as 24h de P … o resto do pessoal anda muito
malandro pelo que fui sozinho ☹ … como fazer 24h está um bocado fora dos planos
nesta fase, decidi-me por participar na maratona nocturna. O circuito além das
24h individuais e por equipas de 4, tem a vertente 12h, a Maratona nocturna e
as 3h.
Viajamos na 6ª à noite e chegamos
a casa dos sogros na Amadora perto da uma da manhã de sábado. Mal metemos um pé
dentro de casa, o céu desabou lá fora … tanta mas tanta chuva que nem era bom.
E bué de vento que é mais que normal no alto de Casal de São Brás, mas que é
tudo menos agradável para correr. Uma espreitadela nas previsões mostrava que à
hora da maratona ia chover o tempo todo, especial incidência a partir da 1 hora
de prova … a sério S.Pedro??? outra vez???
Confesso que não tinha grande
vontade em participar nestas condições … mas pensei na malta das 24h … se já é
duro em condições normais, imagina com este tempo. Por isso, deixa-te mas é de
merdas, vais e mais nada …
No sábado de manhã fomos visitar
amigos e família, almoçamos com os sogros bastante tarde e ainda consegui dormir uma sesta de uma horita com a Sara 😉 … e fez-me muito bem. Acordei bem-disposto,
equipei-me, arranjei o saco e siga até à Bacia de Retenção de Algueirão, um
pequeno parque na fronteira dessa freguesia onde estava instalada toda esta ”tribo”
de doidos que fazem estas brincadeiras … desde organização, aos atletas e
acompanhantes, tudo instalado em tendas para a festa … quem já fez umas 24h
sabe o ambiente de união que é criado enquanto se está ali na luta … não há
adversários, há companheiros de aventura.
Cheguei relativamente cedo e lá
andava a malta às voltas … fui levantar o dorsal, conhecer a malta da
organização e dar uma voltinha pelo percurso, ver como organizam toda a
logística para eventualmente tirar ideias de melhorarmos o nosso evento. É que
eles já iam na 7ª edição, com bem mais gente do que nós … ou seja … experiência
não lhes falta com certeza.
Também tinha intenção de fazer um
bom aquecimento … não tinha vindo apenas para acabar, ia levar a coisa um pouco
mais a sério. Ia tentar fazer 3h30 … desde Saragoza que o foco tinha sido
recuperar, o máximo de km tinham sido dois treinos de 16km … embora nos treinos
de series me estivesse a sentir bem, não sabia como o corpo ia reagir na 2ª
metade da Maratona.
Também sabia que não havia muitos
inscritos … e que pelos tempos do ano passado poderia eventualmente ter
hipóteses de disputar um lugar de pódio. Se a oportunidade surgisse, não iria
dizer que não a uma boa luta.
Já não consegui fazer o
aquecimento que queria …limitou-se a uma pequena corrida … outra coisa que não
consegui organizar foi a nível logístico, pedir a alguém que me deixasse
colocar os meus flasks numa mesa junto ao percurso … como sempre perdi-me na
conversa com uns e outros e já só deu tempo para ir buscar o dorsal, beber um
flask de penalti e vir para a zona de meta onde tínhamos que estar 10 minutos
antes da partida. Comigo é sempre a mesma coisa 😉 …
A partida era dada umas centenas
de metros antes da meta, depois seriam 26 voltas de 1600m para se atingir os
42,195km da Maratona. Percurso devidamente medido e homologado. Fizemos o percurso até à partida todos juntos e em amena cavaqueira descontraída. Não conhecia ninguém,
ia pondo o olho nos “adversários” para tentar decifrar quem poderiam ser as
gazelas candidatas ao título … vale o que vale, mas a malta de manga cava, manguitos,
óculos desportivos e magrinhos sem ponta de gordura serão à partida os
favoritos … ou não. Havia dois dessa “categoria” … no total seriamos no máximo uns 20 …
na lista de inscritos havia mais … pelos vistos não apareceram alguns.
A partida foi dada às 19h … e
houve logo um atleta que zarpou a grande velocidade … depois uns 3 ou 4
formaram ali um grupo de perseguidores aos quais me colei … a primeira volta
fui atento ao percurso, tentando perceber as particularidades, mas sem perder o
contacto com um grupo … o chamado “um olho no burro e outro no cigano” …
… a zona da meta é feita em alcatrão, uma espécie de serpente, cheio de curvas e recortes, depois tens que subir um pequeno trilho estreito (máximo 30m) onde no fim apanhas dois degraus para acederes a um passadiço de madeira que terá uns bons 100-150m que te leva a sair do parque e entrar numa estrada (fora do parque) em alcatrão … uma recta que te leva a um retorno (1km) onde estava instalado um controle de passagem … a meio do percurso de retorno cortas à esquerda para fazer uns 100-150m em trilho (terra e tufos de erva) antes de voltares a entrar no parque num caminho em terra, outros 150m por entre as tendas dos atletas e acompanhantes antes de chegar novamente à meta … e era isto … 1600m … 26x …
Ao fim de 3 ou 4 voltas a um
ritmo vivo mas ainda tranquilo (uns 4,38m/km de média) o grupo de perseguidores
(se assim se pode chamar … o primeiro já ia bem longe e cada vez mais) desfez-se
… houve um que decidiu avançar, eu decidi seguir e os outros dois ficaram para
trás … ainda me mantive ali uma ou duas voltitas perto, mas achei que o ritmo
estava muito vivo, e decidi deixar ir… por enquanto.
E assim foi durante muitas e
muitas voltas … perdi uns 400m em 2 ou 3 voltas, e a partir daí a coisa
estabilizou … ia perdendo uns 10 ou 20m em cada volta … mas aumentando em
grande a distância para o 4º e 5º classificado. Ficou bastante claro, que não
havendo nada de anormal, um pódio estaria garantido. O primeiro lugar estava
demasiado longe, mas o 2º iria depender da segunda parte da prova.
Levei a mesma táctica de
alimentação que tinha usado em Saragoza … 1 gel de 40g HC de 7 em 7km … o
problema era a hidratação … a água e isotónico estavam no abastecimento dentro
de uma tenda na zona de meta … para lá ir teria que parar … e decidi fazê-lo um
pouco depois dos 10km … enchi um flask vazio que levava comigo e bebi no local
… enchi outro que carreguei comigo … um pit-stop bastante rápido que não me fez
perder muita distância para o Bruno (2º classificado – a partir de agora damos
nomes ao colegas de luta)…
Nessa fase já nem me lembrava do
Abel (1º) … a não ser quando o voltei a ver numa das voltas … vai-me dobrar …
mas ainda demorou um pouco a passar-me … foi por volta dos 14km, depois da
saída do passadiço de madeira, na grande recta em alcatrão … quando me passou
eu aproveitei a boleia durante uns 200m … só para ter uma ideia a quanto ia …
ligeiramente abaixo dos 4,30m/km nesta fase o que confirmou o que achava …
começou muito rápido, penso que ali nos 4/km ou até mais rápido, quando viu que
tinha uma vantagem mais que confortável começou a controlar … deixei-o ir …
4,30m/km era muito rápido nesta fase para mim.
Cheguei à meia maratona com 1h39
… e sentia-me muito bem … tranquilo, certinho … a distância para o Bruno
mantinha-se … conseguia controlar em 2 pontos percurso … quando passava a meta
via-o já nos passadiços de madeira … e na grande recta antes do retorno onde
havia o controle via-o de frente … várias vezes nos incentivamos com um
“vamos…” … até aqui ele teve sempre boa
cara, a sorrir e soltinho … a continuar assim não vai ser fácil alcançá-lo …
uns 500m são sempre 2 minutos e tal para recuperar.
Decidi que o meu objectivo agora
passava a ser baixar as 3h20 …para o conseguir não podia quebrar … o ambiente
no percurso era excelente desde a primeira volta … eu conhecia alguns atletas
das 24h de outras lutas … a Carla André, o Carlos “Palanca”, o Pedras, o
Faustino … e muitos desconhecidos, uns mais efusivos, outros mais comedidos … e
lá nos íamos incentivando quando nos cruzávamos … e é este espirito que faz que
o que parece ser uma coisa de loucos, o andar ali às voltas e voltinhas tipo
ratinhos de laboratório, horas a fio, ser algo muito duro para corpo e mente
mas ao mesmo tempo mágico … há ali o tal sentido de união entre atletas,
organizadores e acompanhantes que não se explica… sente-se.
E é este ambiente que também explica
que nunca … mas mesmo nunca, durante o tempo todo em que andei ali às voltas,
me senti entediado ou a questionar o que andava ali a fazer. Mesmo quando por
volta dos 23/24km o S.Pedro decidiu por fim ao tempo espectacular que tínhamos
apanhado até ali, e começou a mandar “baldes de água” cá para baixo … um
diluvio a sério e tão intenso que em poucos minutos começou a criar poças de
água em certos sítios que mais pareciam piscinas … coincidiu com o início da
noite e para compor o ramalhete o amigo S.Pedro decidiu mandar também um pouco
de trovoada. Épico!
Isto durou talvez uns 15 a 20
minutos. O suficiente para alagar as zonas não alcatroadas, criar lama e umas
zonas escorregadias na parte em trilhos e que obrigava agora a certos cuidados
extra.
Ninguém desarmou … apenas
despareceram a maioria dos acompanhantes para dentro das tendas e não os
censuro. Aquilo estava mesmo duro.
A chuva nunca mais viria a parar
a 100% … ia alterando entre chuviscos mais e menos fortes … e já não faltava
tudo para a luz desaparecer e a noite se instalar completamente. Mas antes
disso ainda viria a dar-se mais dois episódios marcantes na minha prova.
Por volta dos 25km na ida para mais
um retorno apanho o Bruno em sentido contrário, já na volta, mas desta vez cruzamos num local bem mais à
frente … “é lá, recuperei uns bons 200m” … não estava a contar com aquilo … ele
parecia-me bastante bem … pode ter parado no abastecimento … será? Decidi fazer
uma volta um pouco mais rápida, mas sem exagerar, para controlar no mesmo
local, se teria sido apenas um episódio esporádico, ou se ele estaria a passar
por dificuldades.
1600m depois tinha recuperado
mais 200m … está em dificuldades … calmex … ainda falta muito, é manter e logo
se vê … e seria já na volta seguinte, novamente na recta que o viria a passar
já perto do retorno … passei com o passo acelerado para testar, ver se vinha
comigo ou se ficava … ficou … a partir daqui de volta para volta comecei a
ganhar distância e como me estava a sentir bem, fiquei com a sensação que o 2º
lugar seria meu …
Aos 28km ao olhar para o meu
relógio passo a mão no ecrã para tirar a água e a informação desaparece … ó
diabo …carrego num e noutro botão para tentar fazê-lo voltar à vida mas sem
sucesso … caralho … pifou … uns 200m mais à frente ele dá as horas, ou seja, o
gajo tinha desligado … paciência … liguei novamente em modo corrida e siga …
vou ficar com o tempo registado em 2 treinos … sem stress …
Entretanto com a noite veio o
escuro … a organização tinha aconselhado a malta a trazer frontais, eu até
tinha dois … só que deixei no carro … a grande parte do percurso era iluminado,
apenas a parte do trilho em terra e erva é que tinha um pouco menos de
visibilidade … e eu ali reduzia de qualquer maneira, pois com a chuva e a lama
que se formou, aquilo começou a escorregar um bocado.
Não deve demorar muito e devo ser
novamente dobrado pelo Abel … mas nem sinal dele … deve vir a controlar, não
precisa de se matar para ganhar isto … e eu não preciso de me matar para ficar
em 2º … 32km, faltam 10 … fazer 3h20 é perfeitamente possível …
… vou mesmo satisfeito com a
forma como a prova me está a correr … é lógico que já doi um pouco as pernas e
algumas articulações, mas porra, vou perfeitamente controlado.
Ao passar mais uma vez na meta
vejo o Abel um pouco à minha frente … mas que raio? Passo por ele no passadiço,
ele encosta … e começamos a conversar … e foi em amena cavaqueira que fizemos
as últimas voltas … abstraí-me completamente da prova … falamos de outras provas,
de nós, do que já fizemos, do que queremos fazer … fiquei a saber que é de Vila
do Conde, que esta era a 3ª Maratona em menos de um mês, que tinha feito a de Aveiro muito abaixo das 3h e uma em Espanha com 700m D+ em 2h55 … lá está, é
outro nível … com muita chuva, nenhuma ou pouca, lá íamos cumprindo volta a
volta …
… embora fossemos certinhos, o
ritmo baixou sem eu dar por ela … eu estava de tal forma abstraído que nunca
mais pensei nas 3h20 … e estava muito bem assim 😊
Quando faltavam umas 4 voltas (3
para o Abel), a companheira dele diz-lhe qualquer coisa do género “força, está
quase … tens 1 minuto de vantagem sobre o 2º” …. aquilo fez-me pensar “mas o 2º
sou eu, e vamos juntos, e ele tem 1 volta de avanço” … não disse nada …. ao
passar a meta, a malta da cronometragem pede para eu parar, controla-me o
dorsal e pergunta se tenho passado no controle … “sempre… porquê?” … “ok, tudo
bem … vá, segue, segue…”
Voltei a juntar-me ao Abel … para
mais uma volta, a penúltima dele … um pouco antes da meta digo … “é melhor
confirmar ali na meta, se é mesmo a última” … e assim fizemos … qual o espanto
quando lhe dizem que faltam 2 … “não pode ser, blá blá” e gera-se confusão …
mesmo a barafustar ele arranca para não perder tempo … eu fico, é a minha vez
de saber a quantas ando “oficialmente” … imaginem o espanto quando ouço “estás
com 32km, estás em 5º” … “o quê???” … eu com quase 40km feitos e dize-me que
tenho 32 … fiquei ali um pouco a rebater argumentos, para trás e para a frente,
até que me dizem …”vai lá à tua vida que a gente vai ver isto volta a volta” …
e eu fui, tranquilo q.b. porque sei bem o que tinha feito … só faltava esta e
outra volta … quando chego novamente à meta, vejo o Abel de novo a correr … foi
fazer mais uma volta … eu volto a questionar a malta da cronometragem … “estás
em 4º …” tinham-me corrigido mais uma volta ou outra … “anda vai à tua vida,
não percas tempo” … e eu, agora já a barafustar fui fazer o que deveria ter
sido a minha ultima volta. Aqui confesso que ia lixado …
… quando voltei à meta, vi o Abel já parado… e decidi fazer mais uma volta por descargo de consciência … se ele fez mais uma, eu tb faço … mas depois vou parar … e que façam o que quiserem. E fiz …. cortei a meta e fui para a tenda
… bebi, conversei um pouco com o Abel,
e alguns membros da organização … fui despedir-me do Vilela para ir embora. Não
queria entrar em discussões, não sou atleta de pódios, e se o sistema falhou de
alguma forma paciência. Estava de consciência tranquila e que decidissem como
quisessem, por mim estava tudo bem. Apenas estava chateado por me estarem a
colocar em causa. Isso não … ok, ok, e tb não é todos os dias que ficas em 2º ..lol
Quando já estava mesmo mesmo a zarpar pedem-me para ir à mesa de cronometragem, querem mostrar-me volta a volta a minha prova, eventualmente descobrir onde está o erro. E ali ficamos algum tempo a olhar para um excel que regista todas as passagens na meta e tempo de controle … sempre certinho, entre 7 a 8 minutos por volta … apenas ali num km qualquer em que, segundo o sistema, fiz 15min num km … “impossível, nunca parei a não ser uns 30 segundos na tenda para abastecer aos 10km … e tenho o registo do relógio para o provar” … “os relógios falham” … "é páh, até podem falhar, mas falhou o meu e o do Abel tb? E tanto?" … passado um pouco ouço um “pronto … ficaste em 3º” …. “eu fui 2º … perguntem ao Bruno, éramos poucos, foi fácil controlar a prova, ver quem ia à nossa frente, quem era dobrado” … já estava a tremer de frio e disse “olhem, eu vou ao carro mudar de roupa e já volto … eu fui mesmo 2º” …. e lá fui a bater o dente vestir uma camisola seca e a pensar ir-me embora … decidi voltar, mas estava determinado … não vou subir ao pódio em 3º, fui 2º
. quando lá cheguei tinham chegado à conclusão que afinal tinha mesmo sido 2º … com o tempo de 3.26.15 … não sei de onde veio este tempo oficial (mas é o que conta), eu com a confusão toda, com as paragens não consigo ter a certeza do tempo que fiz … no meu registo fiz 3h32 para quase 44km … se retirar a volta que fiz a mais que são uns 8 min ficaria nas 3h23, 3h24 por aí … mas prontos. Ao Abel que venceu atribuíram o tempo de 3h24 … dois minutos mais rápido que eu quando me deu uma volta de avanço, uns 7 ou 8 minutos no mínimo … é o que é … pelo menos a classificação geral agora estava correcta.
E lá fui, todo contente, subir ao
pódio …. É sempre bom, ainda mais quando não se está nada habituado …
Logo após voltei a despedir-me e fui
embora … banho, xixi e cama que já era tarde.
Gostei muito da prova … dou os
meus parabéns ao Vilela e ao resto da equipa da organização pelo evento, pelas
condições que conseguem criar, apesar de todas as dificuldades e sacrifícios
que uma prova desta acarreta (sei bem do que falo). É giro ver filhos, genros,
amigos dos organizadores ali envolvidos nas tarefas. Tiveram azar com o tempo,
o que tornou esta edição ainda mais difícil mas tb mais épica. A “tribo” parece
que ainda se uniu mais, ambiente incrível como só estas provas de 24h conseguem
criar. São a referência das provas de 24h em Portugal, já lá vão 7 edições de
sucesso. Venha a 8ª … a agradeço o convite e o carinho com que me receberam. O
contratempo com o serviço de cronometragem não é culpa de ninguém, os sistemas
falham, não sei se a forte chuva interferiu, se o meu chip tinha algum defeito ... mas o bom senso e a justiça prevaleceram no fim. Grande abraço a todos.
Um agradecimento especial ao
Orlando pelas fotos (quase todas que aqui publico são dele). Gostei de te
rever.
Tive pena de não ter podido ficar
mais tempo a conviver com a malta, talvez fazer mais alguns amigos … mas
compromissos familiares falaram mais alto. Talvez numa próxima edição.
O circuito das Corridas de 24h tem o seu próximo capitulo em Santa Maria da Feira, nas 24h de P a 5 e 6 deSetembro (inscrições abertas) … eu vou voltar a fazer a Maratona Nocturna na Feira e se possível no Grifo24 e assim conquistar o Circuíto.
Mas isso ainda tem tempo ... agora estou num desafio de km em Maio e na primeira de Junho vou fazer uma pequena aventura com amigos .... sigaaaa…..






















